sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010
domingo, 17 de Janeiro de 2010
THE TEMPERATURE OF MARRIAGE
Wedding Day - one hundred degrees. Feverish.
Jimmy: "My own sweetie sugarpie."
Judy: "My own darling honeybunch."
One day later - fifty degrees. Hot.
Jimmy: "My own precious."
Judy: "My own love."
Two days later - twenty-five degrees. Warm.
Jimmy: "Dearest."
Judy: "Dearie."
Three days later - fifteen degrees. Tepid.
Jimmy: "Sweetheart."
Judy: "Dear."
Four days later - five degrees. Cool.
Jimmy: "Judith."
Judy: "James."
Five days later - zero degrees. Very cool.
Jimmy: "Madam!."
Judy: "Sir!"
Six days later - below freezing. Icy.
Jimmy: "Bitch!"
Judy: "Bastard!"
On the seventh day - minus twenty degrees! Very cold.
Jimmy: "GET LOST!" - Pow!
Judy: "FUCK YOU!" - Crash!
Two days after the storm - meltdown.
Jimmy: "Oh Judy, OH! OH! OH!"
Judy: "Ah Jimmy, AH! AH! AH!"
sábado, 16 de Janeiro de 2010
Sexo a três
Num bar, um sujeito encontra uma bela morena, amiga da sua mulher.
Ela chega toda insinuante, e diz:
- Posso fazer uma pergunta?
- Claro!
- Fazer sexo a três está entre as suas fantasias?
E ele, empolgado, exclama:
- Clarooooo!!!!
A morena esclarece:
- Então, corre para casa que talvez ainda chegues a tempo...
Frank Feldman

A man walks out to the street and catches a taxi just
going by. He gets into the taxi, and the cabbie says,
"Perfect timing. You're just like Frank.
Passenger: 'Who?'
Cabbie: "Frank Feldman. He's a guy who did everything
right all the time. Like my coming along when you
needed a cab, things happened like that to Frank
Feldman every single time."
Passenger: "There are always a few clouds over
everybody."
Cabbie: "Not Frank Feldman He was a terrific athlete.
He could have won the Grand-Slam at tennis. He could
golf with the pros. He sang like an opera baritone and
danced like a Broadway star and you should have heard
him play the piano. He was an amazing guy."
Passenger: "Sounds like he was something really
special."
Cabbie: "There's more... He had a memory like a computer.
He remembered everybody's birthday. He knew all about
wine, which foods to order and which fork to eat them
with. He could fix anything. Not like me. I change a fuse,
and the whole street blacks out. But Frank Feldman, he
could do everything right."
Passenger: "Wow, some guy then."
Cabbie: "He always knew the quickest way to go in traffic
and avoid traffic jams. Not like me, I always seem to get
stuck in them. But Frank, he never made a mistake, and
he really knew how to treat a woman and make her feel
good. He would never answer her back even if she was
in the wrong; and his clothing was always immaculate,
shoes highly polished too. He was the perfect man! He
never made a mistake. No one could ever measure up to
Frank Feldman."
Passenger: "An amazing fellow. How did you meet him?"
Cabbie: "Well, I never actually met Frank. He died. . . .
I'm married to his widow."
quinta-feira, 7 de Janeiro de 2010
domingo, 3 de Janeiro de 2010
quinta-feira, 24 de Dezembro de 2009
O Palhaço

O palhaço compra empresas de alta tecnologia em Puerto Rico por milhões, vende-as em Marrocos por uma caixa de robalos e fica com o troco. E diz que não fez nada. O palhaço compra acções não cotadas e num ano consegue que rendam 147,5 por cento. E acha bem. O palhaço escuta as conversas dos outros e diz que está a ser escutado. O palhaço é um mentiroso. O palhaço quer sempre maiorias. Absolutas. O palhaço é absoluto. O palhaço é quem nos faz abster. Ou votar em branco. Ou escrever no boletim de voto que não gostamos de palhaços. O palhaço coloca notícias nos jornais. O palhaço torna-nos descrentes. Um palhaço é igual a outro palhaço. E a outro. E são iguais entre si. O palhaço mete medo. Porque está em todo o lado. E ataca sempre que pode. E ataca sempre que o mandam. Sempre às escondidas. Seja a dar pontapés nas costas de agricultores de milho transgénico seja a desviar as atenções para os ruídos de fundo. Seja a instaurar processos. Seja a arquivar processos. Porque o palhaço é só ruído de fundo. Pagam-lhe para ser isso com fundos públicos. E ele vende-se por isso. Por qualquer preço. O palhaço é cobarde. É um cobarde impiedoso. É sempre desalmado quando espuma ofensas ou quando tapa a cara e ataca agricultores. Depois diz que não fez nada. Ou pede desculpa. O palhaço não tem vergonha. O palhaço está em comissões que tiram conclusões. Depois diz que não concluiu. E esconde-se atrás dos outros vociferando insultos. O palhaço porta-se como um labrego no Parlamento, como um boçal nos conselhos de administração e é grosseiro nas entrevistas. O palhaço está nas escolas a ensinar palhaçadas. E nos tribunais. Também. O palhaço não tem género. Por isso, para ele, o género não conta. Tem o género que o mandam ter. Ou que lhe convém. Por isso pode casar com qualquer género. E fingir que tem género. Ou que não o tem. O palhaço faz mal orçamentos. E depois rectifica-os. E diz que não dá dinheiro para desvarios. E depois dá. Porque o mandaram dar. E o palhaço cumpre. E o palhaço nacionaliza bancos e fica com o dinheiro dos depositantes. Mas deixa depositantes na rua. Sem dinheiro. A fazerem figura de palhaços pobres. O palhaço rouba. Dinheiro público. E quando se vê que roubou, quer que se diga que não roubou. Quer que se finja que não se viu nada. Depois diz que quem viu o insulta. Porque viu o que não devia ver. O palhaço é ruído de fundo que há-de acabar como todo o mal. Mas antes ainda vai viabilizar orçamentos e centros comerciais em cima de reservas da natureza, ocupar bancos e construir comboios que ninguém quer. Vai destruir estádios que construiu e que afinal ninguém queria. E vai fazer muito barulho com as suas pandeiretas digitais saracoteando-se em palhaçadas por comissões parlamentares, comarcas, ordens, jornais, gabinetes e presidências, conselhos e igrejas, escolas e asilos, roubando e violando porque acha que o pode fazer. Porque acha que é regimental e normal agredir violar e roubar. E com isto o palhaço tem vindo a crescer e a ocupar espaço e a perder cada vez mais vergonha. O palhaço é inimputável. Porque não lhe tem acontecido nada desde que conseguiu uma passagem administrativa ou aprendeu o inglês dos técnicos e se tornou político. Este é o país do palhaço. Nós é que estamos a mais. E continuaremos a mais enquanto o deixarmos cá estar. A escolha é simples. Ou nós, ou o palhaço. | |
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segunda-feira, 21 de Dezembro de 2009
sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009
segunda-feira, 30 de Novembro de 2009
Aprendo...
- I - - II - - III - - IV - - V - (Tradução livre de Autobiography in Five Short Chapters - de Portia Nelson)
Desço pela rua.
Há um buraco fundo no passeio.
Eu caio dentro dele.
Eu estou perdido... estou desamparado.
Não tenho culpa.
Demoro imenso tempo a encontrar a saída.
Desço pela mesma rua.
Há um buraco fundo no passeio.
Finjo que não o vejo.
Caio novamente dentro dele.
Eu não posso acreditar que estou no mesmo lugar.
Mas eu não tenho culpa.
Ainda demoro muito tempo a conseguir sair.
Eu desço pela mesma rua.
Há um buraco fundo no passeio.
Eu vejo que ele lá está.
Ainda caio dentro dele... é um hábito.
Os meus olhos estão abertos.
Eu sei onde estou.
A culpa é minha.
Eu saio imediatamente.
Eu desço pela mesma rua.
Há um buraco fundo no passeio.
Eu passo ao lado.
Eu desço por outra rua.
domingo, 29 de Novembro de 2009
Psicoterapeutas

Link para psicoterapeutas
http://www.psicoterapiaintegrativa.com/therapists/indexall.htm
encontrei aqui http://psisalpicos.blogspot.com/
A espantosa história de Tererai
http://www.ionline.pt/conteudo/33682-o-triunfo-uma-sonhadora
"Tererai Trent, uma pastora pobre e semianalfabeta do Zimbabué rural, é uma prova de que o talento é universal, e de que vale a pena investir nas pessoas",
por Nicholas Kristof.

encontrei aqui http://psisalpicos.blogspot.com/
Corrupção

Ricardo Reis publicou no i de ontem (www.ionline.pt) um artigo sobre os malefícios da corrupção.( http://www.ionline.pt/conteudo/34028-corrupcao ) Trata-se de uma assunto sobre o qual temos às vezes tendência para encolher os ombros e pensar "isso é lá com eles, desde que as coisas funcionem...". Mas é capaz de não ser assim tão simples.
Ricardo Reis, um ecomista da Univ. de Columbia, refere 3 razões fundamentais para acabar ou pelo menos tentar reduzir a corrupção (note-se que Portugal é um dos países mais corruptos do mundo). Vou tentar sintetizá-las. Uma é sobretudo de ordem ética e duas de ordem mais económico/social:
1ª A corrupção, ao permitir contornar a burocracia, gera mais burocracia, porque os funcionários terão razões acrescidas para complicar regulamentos, aumentar o grau de discricionaridade, etc.
2ª A corrupção subverte as regras do mercado: o empresário que prospera não é o que produz mais, melhor e com menos custos para o consumidor, mas aquele que tem uma rede de corrupção bem montada e com contactos ao nível do aparelho do Estado ("monstro" que em Portugal consome mais de metade da riqueza produzida!)
3ª A corrupção funciona como um imposto regressivo, aumentando a desigualdade. Os mais ricos e poderosos são os que têm mais fácil acesso aos funcionários e outros agentes corruptíveis. Como escreve R. Reis, "a corrupção fica-lhes mais barata".
Encontrei em http://psisalpicos.blogspot.com/
terça-feira, 10 de Novembro de 2009
quarta-feira, 21 de Outubro de 2009
quarta-feira, 14 de Outubro de 2009
OM

Na Filosofia hindu, afirma-se que a matéria foi criada a partir do Som e que o OM é o mais sagrado de todos os sons, a sílaba que precedeu o Universo e de que os deuses foram feitos. É a sílaba "raiz"(mantra), a vibração cósmica que mantém unidos os átomos do mundo e dos céus. Uma vez que o OM precede todas as coisas, é usado como uma invocação nas orações ou cânticos sagrados, e é frequente funcionar também como exclamação final. Representa a união de todos os credos sob os auspícios de um único Deus.
domingo, 11 de Outubro de 2009
Desejos para todos os seres humanos
Para que conste,nunca é tarde demais,ou no meu caso, cedo demais, para seres quem desejas ser. Não há limite de tempo. Começa quando quiseres. Podes mudar ou continuar na mesma. Não há regras para isto.
Podemos aproveitar o melhor ou o pior. Oxalá aproveites o melhor.
Espero que vejas coisas que te espantem.
Espero que sintas coisas que nunca sentiste antes.
Espero que conheças pessoas com diferentes pontos de vista.
Espero que tenhas uma vida de que te orgulhes. E se descobrires que não te orgulhas, espero que tenhas a força suficiente para começar tudo de novo."
in "O estranho caso de Benjamin Button"





