sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

O Golfinho, a Carpa e o Tubarão


Existem três tipos de animais no mar, com diferentes modos de proceder: as carpas, os tubarões e os golfinhos.

A carpa é dócil, passiva e quando agredida não se afasta nem responde. Ela não luta mesmo quando provocada. Considera-se uma vítima, conformada com o seu destino. Se alguém tem que se sacrificar, a carpa sacrifica-se. Ela sacrifica-se porque acredita que há escassez. Neste caso, para parar de sofrer ela sacrifica-se.

Carpas são aquelas pessoas que na vida sempre cedem, são os que recuam; em crises, sacrificam-se por não poderem ver outros a sacrificarem-se. Jogam o perde-ganha, perdem para que o outro possa ganhar.

Declaração que a carpa faz para si mesma: "Sou uma carpa e acredito na escassez. Em virtude desta crença, não espero jamais fazer ou ter o suficiente. Assim, se não posso escapar da aprendizagem e da responsabilidade permanecendo longe deles, eu sacrifico-me."

Neste mar existe outro tipo de animal: o tubarão. O tubarão é agressivo por natureza, agride mesmo quando não provocado. Ele também crê que vai faltar. Ele acredita que, já que vai faltar, que falte para outro, não para ele! O tubarão passa o tempo todo a procurar vítimas para devorar porque ele acredita que podem faltar vítimas. Que vítimas são as preferidas dos tubarões? Acertou: as carpas!…

Tanto o tubarão como a carpa acabam viciados nos seus sistemas. Costumam agir de forma automática e irresistível. Os tubarões jogam o ganha-perde, eles tem que ganhar sempre, não se importando que o outro perca.

Declaração que o tubarão faz para si mesmo: "Sou um tubarão e acredito na escassez. Em razão desta crença, procuro obter o máximo que posso, sem nenhuma consideração pelos outros".

Neste mar que é a vida, há um terceiro tipo de animal: o golfinho. Os golfinhos são dóceis por natureza. Mas quando atacados respondem e se um grupo de golfinhos encontra uma carpa a ser atacada eles defendem a carpa e atacam os agressores.
 golfinho

O comportamento dos golfinhos em volta dos tubarões é lendário e, provavelmente, eles fizeram por merecer essa fama. Usando a astúcia, eles podem ser mortais para os tubarões. Matá-los com mordidas? Oh, não! Os golfinhos nadam à roda e martelam, nadam e martelam. Usando os seus focinhos bulbosos como clavas, eles esmagam metodicamente a "caixa torácica" do tubarão até que a mortal criatura deslize impotente para o fundo.

Mais do que pela perícia no combate ao tubarão, escolhi o golfinho para simbolizar as nossas ideias sobre como tomar decisões e como lidar com épocas de rápidas mudanças devido às habilidades naturais deste mamífero para pensar construtiva e criativamente. Quando não conseguem o que querem, eles alteram o comportamento com precisão e rapidez, algumas vezes de forma engenhosa, para buscar aquilo que desejam. Golfinhos procuram sempre o equilíbrio, jogam o ganha-ganha, procuram sempre encontrar soluções que atendam as necessidades de todos.

Declaração que o golfinho faz para si mesmo: "Sou um golfinho e acredito na escassez e na abundância potenciais. Mas podemos aprender a tirar o melhor proveito da força e utilizar os recursos de um modo elegante. Os elementos fundamentais do modo como crio o meu mundo são a flexibilidade e a capacidade de fazer mais com menos recursos."

Se os golfinhos podem fazer isso, por que não nós? Acredito que podemos!

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

In love



Nothing lasts forever
No one lives forever
Keep that in mind…
In love
♥
Our life is not the same old burden
Our path Is not the same long journey
A flower fades and dies
We must pause to weave perfection in music
Keep that in mind…
In love
♥
Love droops towards its sunset we drown in the golden shadows
Love must be called from its plane
Love must be born again to be free
Keep that in mind…
In love
♥
Let us hurry to gather our flowers before they are plundered by the passing winds
It quickens our blood and brightens our eyes to snatch kisses that would vanish if we delayed
Our life is eager
Our desires are keen
Our time moves by
Keep that in mind…
In love
♥
Beauty is sweet for a short time
And then it is gone
Knowledge is precious
But we will never have time to complete it
All is done and finished in eternal Heaven
But our life here is eternally fresh
Keep that in mind…
In love
♥

domingo, 27 de novembro de 2011

The coffee cups .....!!!

A group of graduates, highly established in their careers, got together to visit their old university professor.

Conversation soon turned into complaints about stress in work and life.
Offering his guests coffee, the professor went to the kitchen and returned with a large pot of coffee and an assortment of cups – porcelain, plastic, glass, crystal, some plain looking, some expensive, some exquisite – telling them to help themselves to the coffee.

When all the students had a cup of coffee, the professor said: “If you noticed, all the nice looking expensive cups were taken up, leaving behind the simple and cheap ones.
While it is normal for you to want only the best for yourselves, that is the source of your problems and stress.
Be assured that the cup itself adds no quality to the coffee.
In most cases, it is just more expensive and in some cases even hides what we drink.
What all of you really wanted was coffee, not the cup, but you
Consciously went for the best cups… Then you began eyeing each other’s cups.

Now consider this:
- Life is the coffee; the jobs, money and position in society are the cups.
- They are just tools to hold and contain Life, and the type of cup we have does not define, nor change the quality of Life we live.
- Sometimes, by concentrating on the cup, we fail to enjoy the coffee God has provided us. Enjoy your coffee!.”

The happiest people don’t have the best of everything.
They just make the best of everything.”

1. Live simply.
2. Love generously.
3. Care deeply.
4. Speak kindly.
5. Leave the rest to God.

You are the miracle, my friend;
Your life either shines a light OR casts a shadow!
Shine a light & Enjoy the Coffee!!!

The happiest people in the world are not those who have no problems, but those who learn to live with things that are less than perfect.”